quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Brincadeiras de criança auxiliam no desenvolvimento físico e motor

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As brincadeiras de criança estimulam a fantasia, deixam o pensamento fluir, promovem o equilíbrio, desenvolvem a atenção e estabilizam os movimentos físicos e motores.

Quem garante é a especialista em fisioterapia infantil Fernanda Davi. Das mais antigas até as mais modernas, o que não faltam são brincadeiras! As mais adoradas pelas crianças provavelmente são aquelas que mais as estimulam. ”Quando os pequenos se identificam com uma brincadeira é porque percebem que ela é capaz de suprir o que precisam para se desenvolverem mais e melhor. É natural”, explica Fernanda.

Esconde-esconde, pega-pega e amarelinha envolvem o equilíbrio para se manterem em um pé só, força nas pernas para correr e imaginação para encontrar os esconderijos. Os jogos em geral, seja de bola ou tabuleiros, estabelecem regras de divisão de times e percepção de tempo de espera para jogar na vez de cada um. E até as brincadeiras simbólicas de casinha, comidinha, boneca e as fantasias de super heróis desenvolvem a imaginação. “As brincadeiras servem como instrumento para o crescimento das crianças. A percepção e orientação de espaço e tempo são essenciais para a coordenação motora, memória e raciocínio”, conclui.

*Jornalismo Portal EF

Consumir proteína antes da prova de corrida previne fadiga muscular


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As melhores opções são derivados do leite, como queijo e iogurte, além de ovos e peito de peru.


A última refeição do corredor antes da prova é fundamental para o seu desempenho. Nela, ele deve priorizar os nutrientes que lhes serão essenciais durante a corrida. Além dos carboidratos, responsáveis por fornecer energia, o atleta também deve consumir uma pequena quantidade de proteínas. Segundo a nutricionista Mônica Forte, especialista em bioquímica, fisiologia, treinamento e nutrição desportiva pela Universidade de Campinas (Unicamp), a ingestão de proteína ajuda na recuperação muscular durante a prova, prevenindo a fadiga.

"Nessa última refeição, o atleta deve consumir entre 5 a 10 gramas de proteína. Porém, é aconselhável que ele evite alimentos cuja digestão é mais demorada, como o leite", salienta. As melhores opções, segunda a nutricionista, são derivados do leite, como queijo e iogurte, além de ovos e peito de peru. "Um ovo cozido ou mexido, ou ainda de três a cinco fatias de peito de peru são suficientes para ingerir as 10 g de proteína", sugere Mônica.

Matéria publicada no site Terra

Como praticar esportes em escolas sem quadra

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A falta de infraestrutura não pode impedir que ocorram boas aulas. Veja como propor jogos e atividades de atletismo em espaços adaptados.


Muito se fala sobre a ausência de quadras e ginásios de esporte. Segundo dados do Censo Escolar de 2009 divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), apenas 31% das unidades de Ensino Fundamental têm esses equipamentos. E mais: uma parcela considerável delas sofre com más condições de conservação - o piso está rachado ou falta material, como tabelas, redes e gols.

Essa realidade, no entanto, não pode ser um impeditivo para aulas produtivas. Conforme consta nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), "mesmo que não se tenha uma quadra convencional, é possível adaptar espaços para o trabalho em Educação Física". Como fazer isso? O primeiro ponto é entender que, na escola, o esporte não deve ter como objetivo formar atletas olímpicos ou grandes talentos do futebol e do basquete. Ele precisa ser pensado como parte de um trabalho amplo, capaz de levar os alunos a participar de atividades corporais variadas, a reconhecer e respeitar suas características físicas, assim como as dos colegas, e conhecer as diversas manifestações culturais brasileiras.

Sendo assim, não é imprescindível contar com uma quadra oficial para que a turma tenha a chance de desenvolver as habilidades esperadas. Adaptar as regras de uma modalidade esportiva de acordo com os espaços disponíveis e criar um jogo em que os conteúdos sejam trabalhados é uma boa maneira de driblar as limitações e garantir um ensino de qualidade. O pátio interno, o jardim, um campo gramado e até mesmo os arredores da escola podem ser aproveitados.

Cabe ao professor pensar em alternativas: estender cordas entre árvores para que as crianças organizem uma partida de voleibol em pequenos grupos, pendurar pneus e aros nas árvores para funcionarem como alvos em jogos de arremesso e basquete, utilizar os desníveis de terreno e os materiais disponíveis como partes de circuitos de corrida com obstáculos são algumas sugestões apresentadas nos PCNs. Além delas, outras tantas possibilidades podem ser criadas.

O professor que observa as práticas que já fazem parte da realidade dos alunos e tenta trazê-las para o ambiente escolar também costumam ter bons resultados. Se os meninos jogam gol a gol (quando um bate o pênalti e o outro defende) ou se a turma gosta de praticar vôlei em duplas na praia, por que não aproveitar essas atividades como base para o planejamento? O importante é ter claro o que se quer ensinar e, com base nisso, pensar na maneira como deve adaptar os recursos físicos da escola.


Matéria publicada no site da Revista Nova Escola